Se o alimentador não está afazer a sua função, está parado, podem estar a acontecer várias anomalias.
O motor não está a funcionar, pode ser falha de energia eléctrica, o que seria um problema eléctrico.
Comprovar com um multímetro se existe corrente eléctrica.
Há corrente eléctrica, mas o motor não arranca e está a roncar, quer dizer que à uma fase que não chega com o valor devido ou um campo do motor que está debilitado.
FIG . 3
Termómetro Laser lê um rango muito maior de temperatura e distância também.
Qualquer dos termómetros é muito prático porque Há sítios onde uma pessoa não tem acesso,com o termómetro destes é só apontar o raio e de imediato tem a temperatura do motor ou outro elemento da maquina.
Quanto ao ruído que possa ter um motor fora do que é normal,se este é muito perceptível então temos problemas no motor.
Quando se faz a ronda de manutenção é sempre bom acostumar-se ao ruído das maquinas pois assim será mais fácil identificar um problema numa maquina ou motor.
Se há ruído anormal no motor, pode ser causado pelos rolamentos que devem estar danificados.
Numa maquina que trabalha continuamente os rolamentos devem ser substituídos ao final de um ano, eu nem vendo nem tenho comissões com rolamentos, mas muita gente não dá importância a este facto, os rolamentos têm um tempo de vida,muito embora passam seguir trabalhando por mais tempo eu sei que é dispendioso mas compensa.
Eu fui chefe de manutenção e criei um turno especial para esses casos, tinha uma equipe de dois homens que tinha um horário diferente do normal, começavam duas horas mais cedo e saiam duas horas mais tarde.
Nesse espaço de tempo eu fazia uma planificação do trabalho conforme as necessidades e urgências, e funcionava, era como um turno sem ser turno e sem acréscimo de salário.
Por vezes há que buscar formas de superar situações.
Aconselho sempre que houver anomalias estas devem ser reparadas de imediato.
Bem estes são os problemas que podem acontecer num alimentador de canecas.
Vamos seguir com os problemas mais comuns num empacotadora vertical.
Começamos pela parte de cima da maquina o prato alimentador de vasos dosificadores.
Este sistema pode ser mecânico ou pneumático, itermitente ou continuo.
Itermitente quando o prato dosificador avança uma posição de cada vez,e deixa cair o produto dento do formador, continuo quando o prato avança sem parar deixando cair o produto dentro do formador, isto depende do construtor da maquina, da necessidade de produção e da característica do produto.
Se o prato dosificador deixa de funcionar pode estar a passar o seguinte;
No caso do avanço do prato ser pneumático, como mostra a FIG. 2 pode não estar a chegar ao sistema o ar comprimido e portanto não alimentar o cilindro pneumático que deveria fazer avançar o sistema de cremalheira e trinquete, neste caso o prato avançaria uma só posição.
Verificar se o ar está a chegar ao preparador se ar F.R.L.,onde F é o filtro, R o regulador de pressão e L a lubrificação, quando os cilindros necessitam lubrificação,na maioria dos sistemas de ar modernos os cilindros não necessitam lubrificação porque são construídos com materiais auto lubrificantes.
O ar chega ao F.R.L., então temos problemas no cilindro, ou tem os retentores gastos ou está cheio de agua.
Segue foto de cilindro pneumático ecológico elimina quase completamente o ruído.
FIG .4
Cilindro pneumático com desenho ecológico anti ruído,onde se pode ver, da esquerda para a direita,tampa inferior com furos roscados para receber as conexões,tirantes de cor negro com porcas,pistão com anéis de deslizamento cor branca,retentores em borracha do tipo V ou U ,o eixo ou veio parte cromada brilhante, oring guia cor negro, e tampa dianteira com sistema anti pó, a parte que sobresai na tampa é onde vai colocado o retentor raspador. este cilindro tem sistema de amortecedor do veio ou eixo.
Segue foto de retentores construídos em borracha simples ou poliuretano.
FIG . 5
Tamanhos vários de retentores do tipo V .
FIG. 6
ORING vários tamanhos, existem um cem número de orings quanto a tamanho.
Pode acontecer que o circuito de alimentação do ar comprimido não esteja suficientemente limpo e vá tapar os orifícios internos do cilindro.
Em seguida procedemos à reparação do cilindro começando por retirar as porcas dos tirantes e os tirantes,logo com muito cuidado retiramos a tampa inferior e verificamos o estado em que se encontra, a seguir desmontamos a camisa e logo o veio, terminado isto vamos verificar como estão os componentes quanto a limpeza e agua.
Com muita atenção vamos verificar as condições dos retentores se têm algum desgaste, se têm vamos substituir, antes de retirarmos os retentores convém memorizar a posição dos retentores,ou anotar essa posição, os retentores têm que ficar ao contrário um do outro de maneira a receber a pressão, o inferior empurra o pistão para fora ou seja o eixo ou veio vai sair, o dianteiro faz retroceder o veio, portanto a importância da posição dos retentores.
Atenção não confundir os retentores pneumáticos com os retentores de óleo usados nas maquinas.
FIG.7
Retentor pneumático,neste caso é retentor raspador,é o que geralmente vai colocado na tampa dianteira cp a finalidade de não deixar passar sujidade para dentro da camisa através do veio.
FIG. 8
Retentor pneumático inteiro e em corte, onde se pode ver os lábios do retentor, é um retentor do tipo em V, a abertura dos lábios deve ficar sempre do lado da pressão.
FIG . 9
Retentor de óleo,a diferença entre eles é a de que o retentor de óleo tem uma parte metálica e uma mola tal como se vê na foto,na parte interna do retentor e de cor brilhante.
Espero que tenham verificado bem a diferença entre os dois retentores.
FIG. 10
Retentores pneumáticos fabricados em poliuretano.
Vendo-se encima e à direita orings também em poliuretano.
Bem vamos seguir com os problemas, foi reparado o cilindro e montado no seu lugar e não funciona, vamos ter que desmontar o sistema de cremalheira/trinquete e verificar se existe alguma anomalia.
Anomalias que podem suceder dentro da cremalheira,pode ser o trinquete que empurra a cremalheira estar partido ou a mola que faz faz pressão no trinquete para poder empurrar a cremalheira,´ está partida ou sem elasticidade, portanto vencida, se for este o problema reparar em seguida.
FIG . 11
Dosificador volumétrico de movimento itermitente pneumático,onde se pode ver o cilindro que vai accionar o conjunto cremalheira/trinquete,é o cindro da esquerda e a parte circular que está montada no veio principal é a cremalheira.
Passamos a outra situação, no caso que o sistema de avanço seja mecânico itermitente, podemos ter o seguinte problema o braço que empurra a cremalheira pode estar partido ou com o mesmo problema do sistema anterior com o trinquete, o cavalete ou a chaveta degolada, pode ser que no redutor a excêntrica que dá o movimento à cremalheira, o eixo pode ter o iscatel gasto ou a cunha degolada e portanto não dar movimento ao braço que empurra a cremalheira, também pode ser que o cursor da excêntrica tenha o parafuso de regulação desapertado e assim não dê movimento ao braço.
FIG . 12
Sistema dosificador volumétrico continuo, onde se vê a corrente de transmissão de movimento do prato,
FIG . 13
Outro tipo de dosificador mecânico continuo,deste vez por transmissão de sem fim roda de coroa, pode-se ver o motoredutor que transmite o movimento ao eixo e assim ao prato alimentador.
A caixa quadrada cinzenta que se vê em baixo é o carter do sistema sem fim roda de coroa, o braço comprido com o manipulo negro é o regulador de comprimento do movimento, mais comprido ou mais curto,conforme o prato necessite avançar mais ou menos
Se o dosificar for feito por balança o problema pode ser devido ao produto, poder vir mais leve ou mais pesado, e então à que ajustar a balança.
Por isso é que as maquinas têm um operador, para fazer as verificações conforme as normas das empresas.
Bem agora as maquinas novas vêm com balanças inteligentes que compensam os pesos automaticamente.
Convém se possível ir a empresas de venda de maquinas pedir catálogos e assim ficar mais ao dia com as evoluções nas maquinas modernas, eu fazia assim.
Não é demais lembrar que um dos motivos mais frequentes das avarias podem ser originados por desgaste do canal da chavêta ou por desgaste das mesmas chavêtas, podem haver problemas no interior dos redutores, que só são detectáveis com o abrir do equipamento daí, o estarmos sempre atentos aos ruídos e detectar os que não são normais, portanto digo uma vez mais que é importantíssimo conhecer os ruídos das maquinas.
Passamos agora a problemas que possam existir no formador do tubo de película.
Segue foto de grupo formador.
FIG . 14

Como podem ver este grupo é constituído por o tubo formador propriamente dito, o colarinho que certamente já identificaram e as mordentes seladoras ou soldadoras do empate do que vai ser o tubo de película, que não está na foto, mas que veremos mais adiante.
O problema mais corrente é o de a película não estar centrada na costura ou selado, é conveniente que a película esteja sempre bem centrada, claro se for um ou dois milímetros não tem importância.
A película está centrada mas não está a selar bem,pode ser a resistência da mordente que esteja queimada,a termocupla avariada ou controle de temperatura avariado.
Verificou-se que tudo está funcionando,o problema pode se da película.
A película é constituída por mais que uma camada, as vezes uma dessas camadas,que pode ser de PVC,polipropileno,celofane ou uma laca,se houver uma falha numa dessas películas o material não vai selar bem,aconteceu-me muitas vezes e até que não dei com o problema tive muitas dificuldades,pode que isto aconteça com uma parte da bobina da película mas quando se muda de bobina e acontece o mesmo então o problema pode ser esse.
Depois de pensar muito fui buscar uma bobina de outra produção de outra empresa coloquei na maquina e o problema desapareceu.
Levei as bolsas que estavam mal seladas para a oficina e calmamente pus-me a estudar o qeu seria que estava a passar.
Normalmente quando uma película está bem costuma-se cortar sem dificuldade , colocando o dente na película esta rasga-se fácilmente , e não há problema nenhum.
Com a película que não servia fui fazer o mesmo e acontece que a película se abriu e ficou separada em duas visivelmente, era problema da fabricação, posívelmente falta de laca, resolvido o problema as toneladas de película foram retiradas pelo fabricante,mas tive que os convencer, pois eles não acreditavam no que estava a passar.
Ok depois que o tubo está formado o conjunto de subida e baixada que é também o que faz o selado e corte horizontal,recebe o tubo e solda, esta soldadura ou selado é quando o movimento de baixada se efectua ficando a parte superior à espera do produto que foi dosificado,a mordaça é dupla, quando é feito o selado entre as duas soldaduras fica um espaço que será onde vai ser cotada, o sistema de corte corta e separa o saco ou bolsa já pronta.
FIG . 15

Com podem verificar na FIG 15,a ranhura que as mordentes têm neste caso, seria para colocar as facas fixas,vamos supor que se coloca um sistema de facas móveis, é o que acontece quando a bolsa ou saco estão formados.
Nas maquinas verticais o sistema de corte é pneumático
Quando a película não solda bem, existe o mesmo problema anterior, se não corta pode que a alimentação do ar comprimido não esteja a chegar ao sistema.
Se corta mal pode que a faca já não tenha corte.
FIG . 16
Embaladora vertical,vendo-se todo o sistema formador e selador.
Pode-se ver a mordente vertical que está dentro da protecção circular, esta para evitar a pessoa sofrer queimadura na mordente, a mordente é a parte que se vê mais brilhante.
Aparte rectangular de cor cinzenta é o sistema que sobe e baixa e onde está colocado o sistema de selado e corte, não se vê porque está dentro do que é a protecção.
Nesta posição o sistema de subida e baixada ,está em baixo, ou seja na posição que espera o produto vindo da dosificação.
Os problemas que podem passar são que o sistema não suba nem baixe, isto quer dizer.
Existe um motorredutor que tem uma polia com contrapeso para facilitar a subida e baixada, e que pode passar os problemas idênticos aos anteriores, cunhas degoladas,canais gastos ou ainda o perno allen fixador do cursor partido ou desapertado, não transmitindo o movimento ao sistema.
Exemplo do principio das polias excêntricas.
FIG . 17
Prototipo de sistema de excêntrica com braço e biela.
Este principio é usado no sistema de subida e baixada nas empacotadoras verticais, só que a diferença está que em vez da manivela e da roda o movimento sai de um motorrredutor, que leva uma polia com regulação.
Neste caso o movimento é reto, mas pode ser vertical.
Exemplo de movimento vertical.
FIG .18
Aqui o movimento é transmitido a um pistão e de igual maneira a um sistema de subida e baixada.
A parte sublinhada a azul forte é o contra peso, e a parte como um ponto branco numa empacotadora tem afinação para dar mais ou menos comprimento do curso do sistema, aqui variando o curso vai modificar o tamanho do saco do produto.
Actualmente existem sistemas de subida e baixada muito mais sofisticados, que infelizmente não consegui
fotos mais em pormenor, mas nesta já podem ter uma ideia de como será, segue foto.

FIG . 19
Este sistema será de abertura e fecho das mordentes de selado horizontal, funciona do tipo de balancin.
A parte que se vê em téflon de cor amarelo claro é uma das guias do sistema, o curso que é pequeno tem como comprimento máximo a distância que vai da guia de téflon até ao suporte que se vê por detrás da roda dentada.
Por exemplo um sistema de subida e baixada é o de uma prensa como segue.
FIG . 20
Prensa de excêntrica o principio mecânico é o mesmo
Bem a não ser problemas que possam suceder dentro do motorredutor creio que não existem outros.
Estas são as facas usadas no corte das embaladoras verticais.
FIG .21
Facas usadas no sistema de corte e selado nas embaladoras verticais.
Como já foi tratado o assunto das resistências eléctricas e termocuplas vou indicar como se deve verificar quando uma resistência ou termocupla estão avariadas.
Seguem exemplos de ambas.
FIG. 22
Resistência tubular ou também chamada do tipo cartucho
FIG .23
Resistência tipo cartucho,este tipo é o mais usado nas maquinas de empacotar.
FIG . 24
Termocupla dependendo do modelo ou aplicação, a diferença entre estas e as resistências é,ou têm três cabos ou dois devidamente identificados com terminais de cor azul e encarnado em cada ponta, onde o encarnado é o positivo e o azul o negativo.
O diâmetro podem variar e chegar a 3 mm,conforme a disponibilidade de espaço.
Em outro tipo de termocupla podem existir somente pois cabos, para se provar se está boa, coloque o multímetro na posição de continuidade,logo faça contacto nas duas pontas da termocupla, geralmente dá continuidade,mas pode não estar boa.
Acontece muitas vezes que por ter apanhado humidade o contacto interno,que é bimetálico ,ou seja é composto por dois metais de coeficiente de dilatação diferentes se oxida e não actua como deve ser, logo não manda o sinal ao termo controle, portanto está danificada muito embora continue a ter continuidade.
FIG . 25
Termocontrol do tipo bulbo de mercúrio.
Já quase não se usa, a não ser em maquinas antigas.
Geralmente são substituídas por sistemas mais modernos, como o que se vai ver na foto seguinte.
FIG. 26
Controle de temperatura moderno não digital,a diferença do anterior é quer funciona com termocupla.
A termocupla é manda o sinal de temperatura alta ou baixa e o controle, tal como o nome indica liga ou desliga as resistências.
Como saber se uma resistência está danificada.
FIG . 27
Primeiro se a resistência não aquece pode estar danificada ou interrompida.
Temos o exemplo de uma resistência na FIG . 27 em cima, como podem ver uma resistência pode ser um fio com um enrolamento, no qual ficam duas pontas.
Se colocarmos um multímetro nas pontas da resistência, verificamos que é um circuito fechado, ou seja colocando o multímetro na posição de ohmios, resistência, ou ainda continuidade, verifica-se que existe continuidade no circuito, quer dizer que a resistência está boa,se não há continuidade o circuito está interrompido, a resistência está queimada como se costuma dizer vulgarmente.
Fotos de multímetro.
FIG. 28
Multímetro analógico é muito simples de usar e não é caro.
Num departamento de manutenção não deve faltar nunca um multímetro, pois é de grande utilidade.
A maneira de usar vem com o catálogo e é muito simples.
FIG . 29
Multímetro digital, não é caro e é confiável , com os cabos auxiliares.
FIG . 30
Multímetro digital com nomenclatura.
Faltam os cabos auxiliares.
A maneira de usar também vem com o manual e é simples de usar.
Bem por hoje vou terminar e continuaremos na próxima mensagem.
Uma boa semana para todos.
Mário Silva
FIG .13
Multímetro analógico, E Muito Simples de USAR e Localidade: Não e caro.
Por Exemplo num departamento de Manutenção DEVE Haver Semper hum multímetro, um destes E barato ee de grande Utilidade.
A Maneira Como utilizar-lo Localidade: Não E nada complicada e VEM nenhum manual de Fazer multímetro Proprio.
Exemplo de multímetro barato digital. FIG. 14
QUANDO SE FAZ UMA prova de Continuidade Localidade: Não importa Que ponha o cabo negro UO encarnado NAS pontas da Resistência, mas se n Medir hum Elemento de Corrente Contínua, DEVE ter Atenção e desen Consultar o Manual do multímetro.
Fig.15
Com multímetro digital de de UMA respectiva nomenclatura, cabos OS Faltam.
Para se VERIFICAR UMA hum Continuidade de Resistência eléctrica colocam-se OS cabos Fazer multímetro, da seguinte Maneira, um común Ponta Negra Onde Diz eA outra ONDE DIZ Terminais Voltios / óhmios.
Antes de Fazer UMA Medição DEVE-SE UMA Fazer prova Primeiro, unindo Como Duas Pontas DOS cabos desen aparecer UMA Leitura Localidade: Não Mostrador (display).
Existem multímetros Opaco TEM Sinal sonoro Parágrafo Melhor se perceber se TEM OU Localidade: Não Continuidade.
O Sinal Onde Diz ómetro que parece UMA ferradura E o Sinal cientifico de Ohmio.
A pinça amperimétrica também E UMA FERRAMENTA de suma importancia na Manutenção, POIs SERVIR do Pará Medir a Força e falhas nn Motores eléctricos e Quase Todas ELAS servem também de multímetro.
Segue foto de pinça amperimétrica.
FIG. 16
Pinça amperimétrica e multímetro, Nao o Estação presentes na foto Cabos OS auxiliares.
Num trifásico fazer motora PODE Haver UMA falha de Energia num dos bornes Fazer motor,
Para se VERIFICAR ESSA Falta, Colocasia-se UMA pinça los CADA UM OS cabos de Entrada de Corrente e Localidade: Não Mostrador da pinça Vai aparecer hum valor, ESSE valor DEVE Ser Igual, UO com Muito Pouca Diferença, nos Três cabos, si um parágrafo Diferença Muita Quer DiZer Opaco existe hum Campo do Opaco motora ESTA debilitado.
Para Fazer UMA prova da termocupla, DEVE-SE UMA termocupla retirar e identificar cabos los SEGUIDA OS, qua o da terra, o Negativo EO positivo, geralmente TEM UM encarnado, um azul e hum de cor Diferente Opaco E o de terra.
Uma das Provas Que SE PODE Fazer e Bastante Simples e, colocar Como Fazer pontas nsa multímetro FiOS Que Tem Como núcleos de encarnado e azul e aí TEM que há Continuidade
FIG. 17
Aspecto de mordaças UO mordentes Parágrafo maquinas de empacotar.
Os Dois orifícios Opaco FICAM Separados Pela ranhura Serviços São Onde Vao colocados um ea Resistência termocupla e Ambas São Fazer cartucho Tipo.
Geralmente TEM UM Diâmetro de 5 ou 6 mm, mas PODEM ter Menos Conforme O Espaço Onde Vao Ser Montadas.
FIG. 18
Estás São Como Facas Que se utilizam Neste Tipo se mordentes, e Opaco geralmente de São Movimento rotativo.
FIG. 19
Este Tipo de Facas São USADAS Localidade: Não Corte transversais NAS empacotadoras Verticais.
FIG. 20
Embaladora vertical, Onde se ve o Sistema de Selado e corte horizontal, ASSIM Como o Sistema de Selado longitudinal UO vertical.
A Parte retangular Que se ve UMA cor Cinzento e los Baixo E o Sistema de subida e baixada, Selado e Opaco E também de corte.
Onde ESTA UMA Protecção circular Mais Acima ve-se hum Mordente que Selado vertical, E Como hum tubo Opaco se ve hum Pouco Mais Brilhante.
DEPOIS de Estar Terminado o tubo da película, o Sistema de subida e baixada Vai Fazer o Selado transversal e Cortar o tubo à Medida Desejada, Problemas Opaco PODEM passar:
Com Como mordentes PODE passar o MESMO Como Anteriormente, termocupla, Resistências mesmos COM OS PROBLEMAS, mas PODE Acontecer Que o corte Localidade: Não esteja de Semper Fazer MESMO comprimento, o Sistema de corte esteja hum hum falhar.Se ESTA falhar Localidade: Não comprimento da bolsa IstoÉ Quer DiZer Que o Sistema de subida e baixada Temperatura Problemas na excêntrica Opaco FICA Localidade: Não Redutor da maquina, PODE Opaco o cursor da excêntrica esteja desapertado e FAÇA UMA variar subida UO baixada, UO Desgaste interno na Coroa do Redutor